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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Inglês - África do Sul

História da bandeira da África do Sul

A bandeira atual da África do Sul foi adotada em 27 de abril de 1994, logo após o fim do regime do apartheid. A bandeira antiga foi substituída pela atual, pois muitos consideravam que a antiga representava o antigo regime de conotação racista.
Após o fim do apartheid, houve um concurso para o desenho e escolha de uma nova bandeira nacional. Porém, nenhum modelo foi aceito pela comissão encarregada de aprovar a nova bandeira. Com a aproximação da posse de Nelson Mandela, adotou-se de forma temporária o modelo de bandeira desenhado por Frederick G. Brownell. Após Mandela tomar posse, verificou-se que grande parte da população tinha aprovado a nova bandeira e resolveu-se torná-la oficialmente a bandeira nacional da África do Sul.

Significado da bandeira

Em seis cores (preta, amarela, verde, branca, vermelha e azul), a bandeira da África do Sul apresenta no centro um "Y" deitado. Este "Y" simboliza a convergência em uma só nação, após o regime de apartheid. A cor vermelha simboliza o sangue. A cor azul representa o céu. O verde simboliza a terra da África do Sul coberta por rica vegetação. A cor preta representa os cidadãos negros e o branco os de cor branca. A cor amarela simboliza o ouro, minério muito presente em solo sul-africano.
As cores também podem ser atribuídas a união dos povos que fizeram parte da história da África do Sul. As cores preta, verde e amarela faziam parte da bandeira do Congresso Nacional Africano (partido que representava a maioria negra na época do apartheid). Já as cores vermelha, azul e branca fazem parte das bandeiras do Reino Unido e Holanda (países que colonizaram a região no passado).

Ciências - Carboidratos e Proteínas

PROTEÍNAS E CARBOIDRATOS

Proteínas

As proteínas são o material de construção da estrutura corpórea. Elas são formadas por partes menores, os aminoácidos, e estes, por sua vez, são a base da síntese corporal, ou seja, formam ossos, músculos, pele e cérebro. São também os responsáveis pelo nosso código genético, já que são os formadores dos ácidos nucléicos – o DNA e o RNA -, bem como as moléculas que são responsáveis pelo armazenamento de energia em nosso corpo. Somos basicamente feitos de proteínas. A proteína é o menos disponível e o mais dispendioso dos macronutrientes. Pelo auto custo, as populações de regiões mais pobres normalmente não tem a quantidade suficiente de proteínas em suas dietas, e o baixo teor de proteínas na alimentação resulta, por exemplo, em crianças com baixo desenvolvimento, sendo conseqüentemente mais frágeis e suscetíveis a doenças. As fontes de proteínas mais conhecidas são carnes, peixes, ovos, leite e queijo. As melhores fontes vegetais são as leguminosas como feijão, amendoim, ervilhas e derivados do soja. Muitos cereais contêm proteínas, e as frutas e verduras são fontes moderadas. Algumas dessas fontes são complementares; por exemplo, os cereais não possuem proteínas de alta qualidade, mas quando adicionamos leite, as proteínas deste complementam as dos cereais, ou seja, o cereal

CARBOIDRATOS

Mais conhecidos como açúcares, os carboidratos são a principal fonte de energia da dieta humana. Dentre eles, o mais abundante encontrado na natureza é a glicose (açúcar, que existe nas uvas, noutros frutos açucarados, no mel, no sangue, no suco de alguns vegetais, etc), que por sua vez é o principal, combustível para a manutenção da vida na maioria das espécies. Os açúcares estão normalmente na forma de monossacarídeos (glicose, frutose e galactose) ou dissacarídeos – dois monossacarídeos reunidos, como a sacarose (açúcar de mesa), a maltose e a lactose. Na natureza, a maioria dos carboidratos encontra-se na forma de polissacarídeos, que são, na realidade, uma união de vários monossacarídeos – essa união recebe o nome de polímero. O amido é a forma de depósito polimérico da glicose encontrada nas plantas; nos animais, a glicose é armazenada como glicogênio. Os carboidratos são um importante combustível dos seres vivos, mas para serem utilizados deve ser quebrados por nosso organismo da sua forma de depósito de polissacarídeos (amido e glicose) em açúcares mais simples (monossacarídeos). Na maioria das dietas ocidentais, mesmo aquelas consideradas ricas em gorduras, os carboidratos compreendem de 50% a 60% das calorias totais. O restante é fornecido pelas gorduras (30% a 40%) e proteínas (10% a 20%). Em algumas culturas agrárias, como na Ásia e na África, 80% da energia total da dieta é fornecida por carboidratos. Por ser uma fonte rápida de energia, é muito importante principalmente para crianças, que têm uma necessidade energética muito grande, tanto pelo fato de serem extremamente ativas como pelo seu crescimento. Porém, devemos selecionar o tipo de CARBOIDRATO que iremos oferecer aos nossos filhos, para que seu desenvolvimento seja normal e não haja problemas como obesidade juvenil e cáries. Muitas frutas são excelentes fontes de carboidratos, então podemos incentivar o consumo de frutas ao invés de doces industrializados, ricos em sacarose (açúcar de mesa), que é mais prejudicial para o nosso organismo

Português - Artigo de opinião

O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos. É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis. Logo, as ideias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final. Contudo, em vestibulares, a assinatura é desnecessária, uma vez que pode identificar a autoria e desclassificar o candidato. É muito comum artigos de opinião em jornais e revistas. Portanto, se você quiser aprofundar mais seus conhecimentos a respeito desse tipo de produção textual, é só procurá-lo nestes tipos de canais informativos. A leitura é breve e simples, pois são textos pequenos e a linguagem não é intelectualizada, uma vez que a intenção é atingir todo tipo de leitor. Uma característica muito peculiar deste tipo de gênero textual é a persuasão, que consiste na tentativa do emissor de convencer o destinatário, neste caso, o leitor, a adotar a opinião apresentada. Por este motivo, é comum presenciarmos descrições detalhadas, apelo emotivo, acusações, humor satírico, ironia e fontes de informações precisas. Como dito anteriormente, a linguagem é objetiva e aparecem repletas de sinais de exclamação e interrogação, os quais incitam à posição de reflexão favorável ao enfoque do autor. Outros aspectos persuasivos são as orações no imperativo (seja, compre, ajude, favoreça, exija, etc.) e a utilização de conjunções que agem como elementos articuladores (e, mas, contudo, porém, entretanto, uma vez que, de forma que, etc.) e dão maior clareza às ideias. Geralmente, é escrito em primeira pessoa, já que trata-se de um texto com marcas pessoais e, portanto, com indícios claros de subjetividade, porém, pode surgir em terceira pessoa.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

ciências - Alimentação & Nutrientes

Pecisamos de alimentos porque neles encontramos tudo aquilo de que nosso corpo necessita pra obtenção de energia , de nutrientes e de materias de construção de novas células ou de reparo de componentes celulares para regulação de funções e prevenção contra várias doenças .
Entende-se por alimento todo material nutritivo, isto é , aquele que fornece substância para manter o organismo com vida . Tais substâncias , denomionadas nutrientes , podem ser classificados quanto à composição quìmica e quanto á função que desempenham no organismo .

NUTRIENTES QUANTO Á COMPOSIÇÃO QUÍMICA :

Quanto à composição química ,os nutrientes são classificados em carboidratos, lipidos, proteínas , água , sais minerais & vitaminas .

português - A identidade nacional

Identidade Nacional : Realidade ou ficção

Conselheiro da ESG, Professor aposentado de Economia na UERJ e Membro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES).
O processo de evolução humana concretiza-se através do progresso do pensamento do homem, do avanço da ciência, das revoluções tecnológicas e dos processos civilizatórios desencadeados. Trata-se de um processo complexo, desagregador de conjuntos, montador de novos núcleos e ao mesmo tempo plural e tolerante. A civilização é entendida como um processo de busca do conhecimento, de pensar, sentir e agir. É cultura, acolhendo conceitos, definições e interpretações.
A caracterização da identidade nacional consubstancia-se, inicialmente, na existência da identidade cultural, a qual é função de fatores históricos, científicos e psicológicos (religiosos). Sofremos influências dos portugueses, negros, índios e imigrantes. Daí resultam uma série de aspectos positivos, tais como: criatividade, capacidade de adaptação, senso estético, inteligência, índole pacífica, alegria e outras, como também algumas características negativas: indolência, tolerância, sensibilidade extrema a influências episódicas, tecido social frágil, oportunismo etc. Os fatores básicos da nossa nacionalidade são provenientes das raízes evolutivas (origem, formação, ambiente, situação geográfica, povo e cultura).
Temos uma identidade cultural forte, baseada em uma língua comum, na raça mestiça, com os imigrantes integrados, uma bela arte barroca, a abundância de comidas típicas, uma natureza tropical exuberante e uma linda música. Porém, para haver identidade nacional é preciso que o povo possua a consciência de nação, representada pelo dever do governo de defender o trabalho, o capital e o conhecimento nacionais. A auto-estima une os dois conceitos, gerando um fenômeno cultural que varia no tempo, dependendo do êxito da nação em transformar em realidade os objetivos do desenvolvimento. Assim, a nação é uma construção coletiva a partir de uma identidade nacional. Desta forma, é imperioso que, além da identidade cultural, exista um projeto nacional de desenvolvimento. Temos exemplos de países que possuem uma forte identidade cultural, como o Brasil, e outros detentores de uma elevada consciência de nação, apesar de não ter um grau elevado de identidade cultural, como o Canadá.
Assim, identidade nacional é o somatório de valores culturais resultante da vivência, que, apesar de incluir as discrepâncias ou heterogeneidades regionais e peculiaridades grupais, seja caracterizável por um traço que permita a definição de um perfil multidimensional hegemônico baseado em homem, território, instituições, língua, costumes, religiões, história e futuros comuns.
A identidade brasileira é proveniente do nascimento da nação, representado pelo idioma, etnias, bem como através do solo, clima, vegetação e relevo. Nossa base cultural foi constituída pelo amálgama do processo de integração de portugueses, negros, índios e imigrantes. Os portugueses contribuindo com a língua, o cristianismo, a noção de família e um certo desleixo. Os negros com o candomblé, as crendices da senzala, o uso de instrumentos musicais, uma comida característica, o papel da ama-de-leite, a adaptabilidade e a alegria. Os índios com o elevado sentimento nativista, a desconfiança e uma certa preguiça. Os imigrantes, excedentes populacionais em suas respectivas economias nacionais, também influenciaram com a contribuição de suas diversas culturas originais.
Dos principais valores formais apontamos como sendo o principal deles o Estado, o qual é resultado de uma longa evolução na maneira de organização do poder. Daí resultando os valores das principais Instituições: forças armadas (elevado grau de aceitação e confiabilidade), imprensa (garantia da livre expressão do pensamento), congresso e políticos (menor prestígio), esportes (maior aglutinação social do país), artes, música, folclore e símbolos (formação humana e evolução não são tão ricas como deveriam), carnaval (momento mais festejado) e a educação (processo de desenvolvimento do indivíduo que implica a boa formação moral, física, espiritual e intelectual, objetivando seu crescimento integral para um melhor exercício da cidadania e qualificação para o trabalho).
É de se ressaltar a interferência no processo de identidade nacional por intermédio de hábitos impostos pela “modernidade”: padrões e massificação da mídia, com o objetivo de lucro, arquitetura, natal, “halloween”, imitação de hábitos e costumes alienígenas, gerando frustração, escapismo, dependência e impotência e influenciando negativamente a opinião pública. Não é demais salientar o papel dos veículos de comunicação. A televisão ocasionando a substituição do hábito de leitura pelo uso de recursos audiovisuais, criando uma verdadeira ditadura do patrocinador e o círculo vicioso da baixa qualidade e alta audiência, com a programação alterada a cada momento em função do índice de audiência. Desta forma, falsos valores são impostos, com a centralização da geração em SP e no RJ, com a existência de formadores de opinião sem compromissos morais e éticos. Há o monopólio da audiência por uma única rede de televisão e o controle gramsciano dos significados. O rádio é o veículo de recepção ainda mais presente nos lares e os jornais e revistas apresentam, de um modo geral, a notícia como mercadoria para um leitor que é considerado um cliente. Excesso de sensacionalismo e denuncismo, com o predomínio do anunciante, o qual paga mais ou menos, em função da circulação verificada. Pouca reflexão e espírito crítico e uma apresentação incompleta dos fatos.
Concluindo, ressaltamos a importância da língua, como indicador de brasilidade e um elevado grau de integração étnica, devido à ampla miscigenação existente. Como aspectos negativos, citamos: fraca base cultural, patrimonialismo do Estado, elites desacreditadas, imediatismo, egoísmo, desconfiança, sonho, superficialidade, preguiça, euforia, acaso, sorte, depressão. Como aspectos positivos, destacamos: adaptabilidade, cordialidade, boa convivência, otimismo, curiosidade, boa fé, orgulho à nacionalidade. Existe ainda uma forte pressão exercida pelas influências externas e a falta de reflexão e crítica conduz à crença em falsos valores. Assim, há uma identidade nacional na atualidade, porém menos consistente que no passado, devido principalmente a falta de um projeto nacional.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

filosofia

Filosofo é uma profissão ?

R: Sim .

Todos professor de filosofia é filosofo ?

R: Não

Todos filosofo é professor de filosofia ?

R: Não

historia - A mineração

A Mineração

Desde o início da colonização, Portugal preocupou-se em encontrar metais preciosos no Brasil, porém as primeiras minas só foram descobertas no final do século XVII.
Nesta época, bandeirantes paulistas deixaram a vila de São Paulo em direção aos sertões, buscando metais preciosos.
A notícia fez com que muita gente se concentrasse na região de Minas Gerais. Essa concentração culminou na Guerra dos Emboabas (1708-1709), conflito que exigiu a intervenção da coroa portuguesa.
Após o conflito, os paulistas avançaram para oeste (Mato Grosso e Goiás), onde encontraram novas jazidas de pedras preciosas.
Foi criada a Intendência das Minas, órgão da coroa para fiscalização dos produtos.
Em 1720, foram criadas as Casas de Fundição, onde era cobrado o quinto, ou seja, o imposto que deveria ser pago à coroa pelo ouro extraído.

Na mesma época, organizou-se a Revolta de Vila Rica, liderada por Felipe dos Santos contra a rígida fiscalização portuguesa, abafada com violência pela coroa. Portugal passava por dificuldades políticas e econômicas. As dificuldades reforçaram a dependência financeira em relação à Inglaterra.
Lavagem do ouro. Obra de Rugendas.

Em 1703, Portugal assinou o Tratado de Methuem, no qual a Inglaterra comprometia-se a comprar o vinho português e, em troca, Portugal comprava os tecidos ingleses.
Esse tratado desfavorecia a balança comercial portuguesa, pois as manufaturas inglesas custavam mais do que o recebido pela exportação dos vinhos.
O ouro brasileiro tornou-se uma forma de compensar os prejuízos portugueses.
Para efetivar essa compensação, foram deliberadas as seguintes normas:
· Deslocamento do eixo econômico no Nordeste para as regiões Sudeste e Centro-Oeste.
· Abastecimento da região mineradora por gêneros alimentícios vindos de São Paulo e Rio Grande do Sul, gerando trocas internas.
· Mudança da capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, entrada e saída portuária importante da colônia.















Em 1720, foram criadas as Casas de Fundição, onde era cobrado o quinto, ou seja, o imposto que deveria ser pago à coroa pelo ouro extraído.

Na mesma época, organizou-se a Revolta de Vila Rica, liderada por Felipe dos Santos contra a rígida fiscalização portuguesa, abafada com violência pela coroa. Portugal passava por dificuldades políticas e econômicas. As dificuldades reforçaram a dependência financeira em relação à Inglaterra.

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Em 1703, Portugal assinou o Tratado de Methuem, no qual a Inglaterra comprometia-se a comprar o vinho português e, em troca, Portugal comprava os tecidos ingleses.
Esse tratado desfavorecia a balança comercial portuguesa, pois as manufaturas inglesas custavam mais do que o recebido pela exportação dos vinhos.
O ouro brasileiro tornou-se uma forma de compensar os prejuízos portugueses.
Para efetivar essa compensação, foram deliberadas as seguintes normas:
· Deslocamento do eixo econômico no Nordeste para as regiões Sudeste e Centro-Oeste.
· Abastecimento da região mineradora por gêneros alimentícios vindos de São Paulo e Rio Grande do Sul, gerando trocas internas.
· Mudança da capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, entrada e saída portuária importante da colônia